20 comerciais de dar gargalhadas

Publicado no Bol:

Muita gente costuma mudar o canal de TV quando começam as propagandas no intervalo de seu programa favorito, mas o que não podemos negar é que muitas produções publicitárias ficam registradas na nossa memória pelo humor inteligente. Selecionamos 20 peças nacionais e estrangeiras que valem a pena

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Oral B Complete e o sorriso invertido

Além de criar um ótimo jingle com situações reais que podem causar mau hálito, o comercial ainda usou uma brincadeira que toda criança gosta de fazer em dupla: ver como a boca do outro fica hilária ao se movimentar quando está de cabeça pra baixo
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A hipnose dos pôneis malditos

Nesta propaganda pôneis infernais tentam te hipnotizar com uma musiquinha inspirada na composição de Wagner para acusar os defeitos de seu carro, que ainda não é nova picape Frontier, da Nissan
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Heineken e o closet masculino

Se as mulheres pensam que só elas vão ficar felizes com um closet cheio de sapatos, você não imagina como os homens podem ficar totalmente enlouquecidos com uma versão bem masculina de um sonho de consumo
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Será que é uma Sem Toshiba TV Quebrada?

Nessa propaganda antiga, a família de imigrantes e descendentes japoneses de uma loja de conserto de eletrônicos fica chocada com a possibilidade de um Semp Toshiba estar quebrada, só que não
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Precaução no Posto 10

Essa propaganda da Havaianas reflete exatamente o que toda mulher normal gostaria de fazer, se, de repente, a lindíssima da Débora Nascimento chegasse com todo o seu esplendor para ser sua ?vizinha? de cadeira na praia
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As simpáticas Tortuguitas estúpidas

Essa propaganda antiga da Arcor é engraçadíssima. Com uma boa dose de humor negro, duas Tortuguitas discutem e uma come a cabeça da outra depois que é chamada de estúpida. O sucesso rendeu continuações
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Agora é a vingança do tiozão

Na propaganda do automóvel Classe A da marca Mercedes-Benz , o tiozão consegue se vingar depois dos inúmeros passa-fora que a garota dá nele; desta vez, ele é quem tira onda com a cara dela
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Sprite alerta que é melhor não apressar uma mulher

Todo homem sabe que as mulheres podem trocar mil vezes de roupa antes de decidir pelo look ideal, neste caso, o melhor é não apressá-las ou você pode ser bem pior para você
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O ruivo e Rubens Barrichello

Os comerciais da operadora de telefonia com o garoto-propaganda ruivo sempre investem no humor, mas neste, eles resolveram brincar com a velocidade do sinal da operadora e a fama de lento de Rubinho Barrichello

O ENCARGO DE APOLO – PARTE VI

A Tempestade

– Afaste-se já daí, doutor. Ninguém sai desta casa enquanto tudo isso não acabar. E, no que depender de Apolo e de mim, ninguém entra. Nada entra.

Transtornado, gritei:

– Pelo amor de Deus, que diabos está acontecendo aqui?! Que tipo de insanidade é essa?!

Ele deu uma forte risada, tranquilo em meio ao caos:

– Isso, doutor? Isso não é nada; isso é apenas o glorioso, o admirável fim do mundo se aproximando, tentando entrar! Pois que venha! Nós outros aqui estamos prontos! Eia! Mostre a ele, Apolo!

Achei que o homem estava louco; mas ele não estava surpreso, e realmente não se assombrava com todo aquele alucinado turbilhão; de fato, parecia estar, de algum modo, esperando; parecia estar preparado para enfrentar aquele inferno caótico.

– Onde está minha esposa, perguntei, desesperado.

– Preocupe-se consigo mesmo por enquanto, doutor; se sobrevivermos a esta noite, depois veremos o resto.

Exasperado, corri até ele, segurei-o pela gola e gritei:

– Mas é a minha esposa que está lá fora, imbecil! Eu preciso fazer alguma coisa; eu preciso salvá-la; não compreende?!

Ele me encarou com um sorriso sarcástico; em seguida, empurrou-me com violência:

– O doutor realmente acha que teria como salvar a sua mulher? Acha que poderia salvar quem quer que fosse? Acha que alguém poderia salvá-la? Que alguém poderia nos salvar? Pois pense bem, meu caro doutor; olhe ao seu redor e pense muito bem: qual tipo de poder o senhor acha que está se manifestando aqui, heim? Contra quem acha que vamos lutar? Quem poderia resistir a tudo isso? Quem poderia se levantar contra o próprio Mal e prevalecer?

– Do que você está falando, homem? Que loucura é essa?!

– É isso mesmo, doutor. Não vê este hediondo espetáculo se desenrolando bem diante dos seus olhos? Não percebe que o senhor é uma das poucas testemunhas do evento mais terrível da história humana? Sim, doutor; o senhor está presenciando o Juízo Final; sim; abra bem os olhos e contemple o Armagedom em toda a sua profana glória!

O homem agora parecia ter entrado numa espécie de transe; balbuciava palavras numa antiga e esquecida e corrompida língua; em seguida, iniciou um horrendo canto agônico. Cada vez mais aterrado, olhei para a janela; a despeito do terror que me dominava, eu precisava ver; apesar do terror, eu precisava saber! Lentamente, fui me aproximando do quadrado de vidro que me permitiria(?) desvendar aquele horror…

Não creio ser possível descrever em linguagem de homens o que vi e senti naquela noite maldita; entretanto, cumpre tentar, de todo modo. O mundo precisa saber; precisa entender; precisa se preparar!

O que meus olhos contemplaram a partir da janela do hotel foi algo terrível e inaudito e incompreensível; toda a vegetação ao redor do hotel vergava sob a força avassaladora do vento; galhos e pequenos objetos voavam em círculos frenéticos. A intensa bruma vinda do oceano envolvia a tudo e deixava a atmosfera opaca, turva, indefinida, confusa. O trovoar incessante estremecia o solo; incessantes relâmpagos rabiscavam o negro céu; e eu logo percebi que aquele era apenas o início…

A luz macabra que havia inundado o hotel provinha de algo semelhante a uma diminuta estrela vermelha, flutuando a uns cinco metros acima do solo, diante da entrada do hotel, movimentando-se um pouco, lentamente, para frente e para trás. Enquanto eu a observava, notei que seu foco de luz começou a se expandir; ao mesmo tempo, como se ela atraísse a matéria ao seu redor, uma espécie de massa foi se acumulando sobre ela, indefinida, volátil, cambiante; expansiva; a luz foi assumindo a aparência de uma pequena nebulosa, de cujo centro emanavam violentas explosões que expandiam e retraíam seu núcleo; tentáculos de fumaça bruxuleavam para todos os lados. A sinistra forma me pareceu um tumor; sim, um tumor maligno que almejava se espalhar por todo o universo para contaminar, arruinar, devorar, destruir toda forma de vida! 

Eu jamais vira nada minimamente parecido com aquela nebulosa pestilenta; não era possível discernir a origem desta estranha emanação; mas eu era capaz de compreender, pela sua posição e movimentos, que não se tratava de nada produzido por mãos humanas. Imediatamente, instintivamente, soube –algo dentro de mim soube; meu coração desfalecido soube, meu espírito imortal soube- que a nuvem era… o Mal!

Sim, aquela nebulosa que irradiava a luz maldita era a essência do Mal; era sua forma primitiva e violenta e pura.

Aquela nuvem, aquela luz era… Shaitan!

Compreendi que a nuvem tentava invadir o hotel; compreendi que, conquistado o hotel, e a partir dali, o Mal se espalharia por todo o mundo dos homens; compreendi que, se conseguisse invadir o hotel, o Mal triunfaria definitivamente sobre a humanidade. Percebi que o Mal, contudo, hesitava. Alguma força irresistível o impedia de irromper porta adentro e cumprir seus desígnios infernais. Mas o que seria tão poderoso a ponto de barrar os terríveis poderes do abismo? O que, ou quem, seria capaz de se postar diante de Shaitan e suas hostes demoníacas e dizer: não passarão? Quem, a não ser um anjo ou um deus, poderia prevalecer diante do Mal Absoluto?

Então olhei e finalmente compreendi.

Apolo.”

CONTINUA…

Os 30 perfis de Facebook mais criativos de todos os tempos

Publicado no Catraca Livre

Para alguns, a capa do Facebook pode ser só mais uma oportunidade de postar aquela selfie na academia ou numa praia maravilhosa de águas cristalinas em Cancún, mas tem gente leva a coisa a sério e inventa combinações inusitadas e divertidas de ‘foto do perfil + foto de capa’. Confira está seleção de tirar o chapéu.

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Adolescente com autismo é espancado por ser “diferente” e sua reação surpreende até mesmo agressores

Achei lá no Literatortura:

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Um adolescente com autismo foi espancado por ser “diferente”, mas reagiu pedindo que punição dos agressores fosse apenas conhecer sua condição.

Gavin Stone é um adolescente diagnosticado com uma forma “suave” de autismo conhecida antigamente como Síndrome de Asperger, e com Transtorno de Déficit de Atenção.

Isso significa que ele possui certa dificuldade em se relacionar com outras pessoas. Em vista disso Gravin muitas vezes se isola.

Adolescente com autismo é espancado por ser “diferente” e sua reação surpreende

No entanto, suas características incomodaram um grupo de adolescentes que não sabiam de sua condição e que estranharam o comportamento dele, devido ao fato de estar sempre sozinho e querer ser amigo de pessoas que nem conhece.

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Em um determinado dia um adolescente ouviu um grupo comentando sobre Gravin, dizendo que ele era estranho. Ele, então, resolveu chamar a vítima, fingindo que apresentaria para seus companheiros, mas em vez disso, eles espancaram Gravin.

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No entanto, Gravin não quis que os agressores fossem penalizados da forma tradicional, e sugeriu que eles assistissem um documentário gravado por ele mesmo, a fim de entenderam sua condição.

Além disso, os agressores deverão prestar serviço comunitário se relacionando com pessoas com a mesma condição da vítima.

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A história foi contada no perfil do Facebook de Susan Moffatt, amiga da mãe de Gravin, e foi compartilhada por centenas de milhares de vezes.

MAIORIDADE PENAL

Tem muitas coisas que eu não sei e não faço a menor ideia. Para falar a verdade, a maioria das coisas, mas opinião é igual bunda: cada um tem a sua e faz dela o que bem entender. De uns tempos para cá me perguntam sobre a maioridade penal. No Brasil é assim: tem que ser contra ou a favor, não existe o “eu não sei”. Mas o problema é que não consigo chegar a uma conclusão.

Penitenciárias não podem ser universidades do crime, mas então eu penso nos pais daquela menina assassinada pelo tal de Champinha. Eu me pergunto: por que as cadeias brasileiras são tão cheias? Por que se comete tanto crime no Brasil? E tanta gente que está na cadeia e não devia estar? Sem falar naqueles que já cumpriram as suas penas, mas a morosidade medieval do nosso judiciário não executa o alvará de soltura.

Para começo de conversa, no Brasil só vão para a cadeia os três “P”s – o Pobre, o Preto e a Puta, aqueles que não têm grana para contratar bons “adevogados”, juízes e desembargadores. É por isso que nossas cadeias são depósitos de gente, coisa de campo de concentração. No dia em que rico for para a cadeia de verdade vão melhorar a qualidade das instalações. Vejam só o caso da Papuda, é ver para crer.

Toda sociedade tem seus transgressores, o que muda é a proporção. Por que se delínque tanto no Brasil? Porque a Lei é frouxa. A cadeia é um lugar a que as pessoas fazem de tudo para não ir. Que história é essa de visita íntima? Comida especial de restaurante e outros privilégios? De uma feita, fui visitar a prisão de Alcatraz, em São Francisco da Califórnia. Vi a cela em que o célebre mafioso Al Capone ficou trancafiado. Tinha espaço para um catre e um vaso sanitário. Toalete e banho de sol uma vez por semana. Morreu em pouco mais de um ano. Para o pessoal dos Direitos Humanos, sugiro, antes de qualquer comentário, dar uma espiada no que o velho Al fez enquanto esteve solto.

As ciências sociais, a medicina, a psicologia e o bom senso já avançaram bastante para saber quem deve viver afastado do convívio em sociedade. A maioria dos crimes não são caso de cadeia, mas sim de políticas públicas. Além do mais, as tornozeleiras eletrônicas são mais eficazes e mais baratas que a manutenção de presos e a construção de penitenciárias. É óbvio que existem indivíduos que só mesmo presos e, pior, mesmo na cadeia continuam a cometer crimes, como Fernandinho Beira-Mar e Zé Dirceu, estes não têm conserto… são os chamados sociopatas.

Por outro lado, a maldade não tem idade. Crianças são perversas, o Segismundo Freud que o diga… e hoje em dia os jovens amadurecem mais cedo e têm plena consciência do que estão fazendo. Crimes hediondos como o de Champinha têm que ser objeto de punição exemplar. E não me venham com essa história de miséria porque a Suzane Richthofen prova o contrário.

Mas aí você me pergunta: e a maioridade penal? Como é que fica? Não sei. Não sou o Caetano Veloso nem o Chico Buarque, que sabem tudo sobre tudo. Só digo uma coisa: por falta de hospital não se pode proibir a pneumonia.

E tenho dito.

O ENCARGO DE APOLO – PARTE V

"- Nem pense em abrir esta porta, doutor. "

“- Nem pense em abrir esta porta, doutor. “

By myself:

Sim, nós, obviamente, trancamos a porta do quarto naquela noite; e, sim, nós fizemos amor naquela noite, naquele deplorável quarto daquele deplorável hotel, naquele pedaço do mundo esquecido por Deus e -segundo nosso anfitrião- cobiçado pelo diabo em pessoa. Fizemos amor intensamente, como há tempos não fazíamos; os velhos ressentimentos e as culpas renitentes decidiram ficar de fora da cama naquela noite memorável; tive a impressão –tive a esperança– de que havia conserto, havia futuro para o nosso casamento, afinal. Quando terminamos, Sue adormeceu profundamente, enquanto eu permaneci acordado; sempre tive dificuldade em cair no sono; não seria justamente naquele pardieiro que eles chamavam de hotel que isso mudaria…

Acendi um cigarro distraído e fiquei um tempo fumando na cama, os olhos gradativamente se acostumando à escuridão reinante no aposento. Lá fora o vento fustigava o prédio, furiosamente e sem trégua. Era realmente impressionante que aquela velha edificação tivesse resistido ao assédio intermitente do vento durante todos aqueles anos. Até que, a despeito de todo aquele barulho incessante, eu também caí no sono.

 

***

 

Chego agora ao centro deste meu relato; aqui começa o meu terror.

Acordei no meio da noite, um tanto atordoado, confuso e com um medo indefinido, como quem acorda de um convincente pesadelo; demorei a discernir onde eu estava. Quando enfim voltei à consciência, olhei para o lado: ali, o vazio; Sue havia se levantado. Chamei por ela; não obtive resposta. Levantei-me e fui até o banheiro; ela não estava lá. Abri a porta, vasculhei o corredor; nada. Foi então que percebi: o vento –isso era realmente possível?- estava ainda mais forte; toda a casa parecia ranger, estalar e sacudir; temendo pela segurança de minha esposa, saí à sua procura. Assim que botei o pé fora do quarto, todos os pelos do meu corpo se eriçaram imediatamente, sem qualquer explicação ou motivo visível; eu não sabia efetivamente o porquê; meus olhos não divisavam qualquer perigo; entretanto, eu sentia que meu espírito estava sendo invadido pelo pânico em seu estado mais puro, intenso e atávico. Todo o meu corpo começou a tremer; mesmo assim, comecei a descer as escadas para tentar encontrar Sue. À medida em que descia, meu coração acelerava violentamente; temi sofrer um infarto a qualquer momento. O suor frio brotou de minha fronte e de minhas mãos trêmulas; minhas pernas fraquejavam, recusando-se a continuar em frente. Meus instintos me mandavam correr, fugir, me esconder; mas, fugir para onde?! Fugir por quê?! Fugir de quê?! Cada fibra de meu corpo parecia ansiar por escapar do perigo iminente; era como se eu estivesse prestes a ser atacado pelo animal mais feroz e mortal. Mas, qual era esse perigo? De onde viria essa terrível ameaça que meu coração pressentia? Do meio da escada, olhei para a sala; Sue não estava lá. Agora já completamente dominado pelo mais insensato terror, desci até o térreo; o saguão estava mergulhado na escuridão da noite. Então, lentamente, uma estranha, fantasmagórica luminosidade começou a se infiltrar pelas janelas; essa luminosidade foi se intensificando até bruxulear por todo o recinto, distorcendo as formas, produzindo sombras e reflexos macabros; ao mesmo tempo, o vento aumentou ainda mais; violentos trovões começaram a reverberar pelos céus. Tive a impressão de que, sob o poder do vento, as paredes estavam prestes a dobrar-se sobre si mesmas; o barulho era enlouquecedor; talvez estivéssemos sendo atingidos por algum furioso tornado. Pelos céus, onde estaria minha pobre esposa?! Meu instinto ordenava imperiosamente que eu fugisse dali, que encontrasse Sue, pegasse meu carro e desse o fora; a despeito do pavor que me dominava por completo, dirigi-me à porta a fim de tentar ganhar a escuridão. Neste momento, uma voz cheia de autoridade trovejou firme em meio às sombras e ao turbilhão cacofônico de sons:

– Nem pense em abrir esta porta, doutor.

CONTINUA…