AS melhores reações ao episódio final de Game of Thrones!

Achei lá no sensacional Bored Panda (e traduzi):

Quando Jaime e Cersei Lannister foram pegos no flagra pelo jovem Bran Stark lá atrás na primeira temporada de Game of Thrones, todo mundo torceu o nariz para a tela (e, se você não fez isso, deve ter algum problema. Afinal, ELES SÃO IRMÃOS, PÔ!). Mas, quando Jon Snow, também conhecido como Aegon Targaryen, foi parar na cama de Daenerys Targaryen, também conhecida como sua TIA, na maluca sétima temporada da série, o coração da galera derreteu. Menos, é claro, daquele pessoal maluco que acha haver alguma coisa muito errada com incesto. Mas, como você pode ver nessas reações hilárias ao episódio Sete, também conhecido como O Dragão e o Lobo, a galera tem mais do que falar além da complicada vida amorosa do casal Jonerys!

Obs.: Deixei a melhor por último…

 

game-of-thrones-season-7-finale-funny-reactions-1-59a5105f60c02__700

game-of-thrones-season-7-finale-funny-reactions-5-59a5323f277fe__700

game-of-thrones-season-7-finale-funny-reactions-17-59a56a278204f__700.gif

BYXa4fLHOf2-png__700

164715269031-png__700.jpg

902024062381080576-png__700

59a529605f888_8SGmQrM__700.jpg

902040362839134208-png__700

BYVuzr2g9Ge-png__700

game-of-thrones-season-7-finale-funny-reactions-6-59a5338f93ee3__700.gif

game-of-thrones-season-7-finale-funny-reactions-12-59a53a522cbf0__700.gif

game-of-thrones-season-7-finale-funny-reactions-13-59a53b25ad9e3__700.jpg

 

Anúncios

A solução da Academia para a polêmica do Oscar

Deu na MarrecoPress:
NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA:

Após a recente polêmica a respeito da ausência de atores negros entre os laureados com o Oscar, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas encontrou uma solução.
Inicialmente, cogitou-se em dividir as categorias, de modo a premiar com a cobiçada estatueta, por exemplo: o melhor ator branco; o melhor ator branco idoso; o melhor ator branco, gay; o melhor ator branco, idoso, gay; o melhor ator negro; o melhor ator gay; o melhor ator gay negro; o melhor ator gay, negro, manco da perna direita; o melhor ator gay, negro, manco da perna esquerda; a melhor atriz; a melhor atriz negra; a melhor atriz negra gay… e assim sucessivamente em todas as categorias, até o infinito e além.
Porém, percebeu-se que, assim como este post, a cerimônia de premiação duraria a noite inteira e se tornaria ainda mais aborrecida do que já é.
Diante deste dilema, chegou-se à uma brilhante solução.
Todos os atores, atrizes, coadjuvantes, roteiristas, diretores, etecétera, levarão para casa o precioso carequinha dourado.
Quer dizer: todos, menos os apoiadores de Trump.
Afinal, até a tolerância do politicamente correto tem limites.

oscar

 

“O Pequeno Príncipe” ganha filme

Lá no Papel Pop:

A Paramount Pictures francesa acaba de alegrar muito a nossa segunda-feira! Depois de apreciar “O Pequeno Príncipe” nos livros, podemos já ficar animados por uma adaptação digna para os cinemas com o trailer internacional.

A história será contada da mesma forma apaixonante do clássico de Antoine de Saint-Exupéry. Um piloto caiu no deserto do Saara e encontra um príncipe que veio de um pequeno asteroide. O principezinho leva o piloto a uma jornada filosófica e poética sobre a humanidade das pessoas.

O trailer leva o som de Lily Allen cantando “Somewhere Only We Know”, do Keane.

“O Pequeno Príncipe” tem as vozes de um grande elenco formado por Rachel McAdams, Mackenzie Foy, James Franco (Raposa), Jeff Bridges (Piloto), Marion Cotillard (Rosa, ai meu deus) e Benicio Del Toro (cobra). Mark Osborne, de “Kung Fu Panda”, assume a direção.

E o que dizer sobre todo o cuidado estético da animação? As cenas do tempo presente são feitas usando CGI, enquanto os contos do “Pequeno Príncipe” estão em stop-motion. Que perfeição!

A obra de 1943 já havia ganhado um filme musical 40 atrás, dirigido por Stanley Donen (“Cantando na Chuva”).

O filme chegará aos Estados Unidos em 7 de outubro de 2015.

10 Filmes biográficos sobre grandes escritores

Publicado no Ditopelomaldito:

O cinema nunca se cansa de sugar o tutano da literatura para alimentar a base de suas produções. Enquanto houver livros sendo publicados, sempre haverá uma história a ser adaptada para as telonas por Hollywood. Infelizmente, na maioria das vezes o resultado desta fusão não é lá muito satisfatório. O que nos leva ao eterno dilema de que o livro é sempre superior ao filme que fazem dele.
Em um outro ponto, e por um outro ângulo, já abordamos aqui alguns raros filmes que, segundo os próprios autores, melhoraram o livro em que foram baseados. Mas o que esses autores diriam de um filme que foi inspirado, não em uma de suas obras, mas sim em suas próprias vidas?
Parece que mesmo quando todas as obras de um escritor já foram exploradas, contadas e até refilmadas no cinema, os estúdios ainda encontram uma forma nada sutil de ganhar dinheiro filmando a biografia desses autores. Já dentro deste gênero, a margem de acerto parece ser bem maior por parte da indústria cinematográfica, e nos últimos anos alguns grandes escritores tiveram suas vidas brilhantemente levadas para o cinema.
Abaixo tivemos o cuidado de selecionar alguns desses filmes biográficos sobre a vida de grandes escritores, sinta-se a vontade para sugerir outros em nosso espaço de ‘comentários’.
✔ Capote,… sobre Truman Capote

Em novembro de 1959, Truman Capote lê um artigo no jornal New York Times sobre o assassinato de quatro integrantes de uma conhecida família de fazendeiros em Holcomb, no Kansas. O assunto chama a atenção de Capote, que estava em ascensão nos Estados Unidos. Capote acredita ser esta a oportunidade perfeita de provar sua teoria de que, nas mãos do escritor certo, histórias de não-ficção podem ser tão emocionantes quanto as de ficção.
Usando como argumento o impacto que o assassinato teve na pequena cidade, Capote convence a revista The New Yorker a lhe dar uma matéria sobre o assunto e, com isso, parte para o Kansas. Acompanhado por Harper Lee, sua amiga de infância, Capote surpreende a sociedade local com sua voz infantil, seus maneirismos femininos e roupas não–convencionais. Logo ele ganha a confiança de Alvin Dewey, o agente que lidera a investigação pelo assassinato. Pouco depois os assassinos, Perry Smith e Dick Hickock, são capturados em Las Vegas e devolvidos ao Kansas, onde são julgados e condenados à morte. Capote os visita na prisão e logo nota que o artigo de revista que havia imaginado rendia material suficiente para um livro, que poderia revolucionar a literatura moderna.
✔ Eclipse de uma Paixão,… sobre Arthur Rimbaud e Paul Verlaine

O filme conta a história de um relacionamento homossexual proibido entre os poetas franceses Arthur Rimbaud (Leonardo DiCaprio) e Paul Verlaine (David Thewlis).
Impressionado pelo talento e espontaneidade do jovem Rimbaud, o veterano Verlaine se aproxima do rapaz. Em noites regadas a absinto, os dois estreitam a amizade, descobrem o amor entre eles e escrevem alguns de seus poemas mais famosos. Porém, as amarras da sociedade e a própria intensidade da paixão entre eles começam a minar esse relacionamento.
✔ Wilde: O Primeiro homem moderno,… sobre Oscar Wilde.

A história de Oscar Wilde, poeta e dramaturgo irlandês, gênio da literatura. Não por acaso, o filme tem uma espécie de subtítulo, “o primeiro homem moderno”. Na virada do século 20, Wilde (Stephen Fry) escandalizou a sociedade com a maneira que viveu sua homossexualidade. Casado e com filhos, viveu um caso turbulento com o jovem Lord Alfred Douglas, que deixou os ingleses de cabelo em pé. Por causa de seu comportamento sexual, foi obrigado a prestar dois anos de trabalhos forçados na cadeia.
✔ Medo e delírio em Las Vegas,… sobre Hunter S. Thompson

Medo e Delírio pode ser interpretado como um mergulho inconsequente pelo universo das drogas. Baseado em obra do jornalista Hunter S. Thompson, o filme recusa-se a avaliar os prós e contras do uso das drogas. Limita-se a enfocar os seus efeitos – desde a atraente sensação de incoerência até as conseqüências de uma “bad trip’’. O estilo visual acompanha o tom alucinógeno, enchendo a tela com imagens atordoantes como um suposto ataque de morcegos e uma seqüência em que os motivos de decoração do carpete começam a subir pelas pernas do protagonista.
O filme só faz sentido quando o espectador lembra que a ação se passa em 1971, quando as drogas deixavam de ter a conotação de paz, amor e a inocência dos anos 60. O alter ego de Thompson, Raoul Duke (Johnny Depp), tenta justamente resgatar os velhos e bons tempos. O título pode ser interpretado como a sua “última viagem’’. Sempre na companhia de seu advogado tresloucado, dr. Gonzo.
As aventuras da dupla têm início na estrada, a caminho de Las Vegas, onde eles deveriam cobrir um evento esportivo. Na bagagem, uma máquina de escrever, roupas com estampas floridas ou espalhafatosas e muita, muita droga.
✔ Contos Proibidos do Marquês de Sade,… sobre Marquês de Sade

A história do Marquês de Sade, que viveu na tumultuada França do século 18. Sade, além de perigoso dissidente em meio a sangrenta Revolução Francesa, foi escritor, escandalizou a todos com seus poemas eróticos, foi preso, tornou-se revolucionário e escapou da sentença de morte duas vezes.
O filme aborda a censura e a liberdade de expressão a partir de um personagem que continua a chocar no século 21 com suas obras sobre perversidades e prazeres sexuais ligados à violência.
✔ O Círculo do Vício,… sobre Dorothy Parker

Em 1937, vivendo em Hollywood, Dorothy Parker (Jennifer Jason Leigh) relembra os tempos em que pertencia ao grupo Algonquin Round Table, formado por amigos escritores na Nova York dos anos 20. Entre festas, romances e amizades com os escritores, Dorothy passa por alcoolismo, comportamento auto-destrutivo e tentativa de suicídio. Destaque para a atuação elogiada de Jennifer Jason Leigh e para os diversos atores famosos que aparecem em pontas, incluindo Harpo Marx.
A escritora e língua afiada profissional Dorothy Parker pode não ter ganhado a cinebiografia mais divertida do mundo dada a natureza trágica de sua vida, mas teve uma interprete à altura
✔ O Carteiro e o Poeta,… sobre Pablo Neruda

Filme poético sobre a extremidade da poesia. Mario (Massimo Troisi) é um carteiro que, ao fazer amizade com o grande poeta Pablo Neruda (então exilado político), vira seu carteiro particular e acredita que ele pode se tornar seu cúmplice para conquistar o coração de uma donzela. Descobre, assim, a poesia que sempre existiu em si, assemelhando-se às descobertas de verdade pelos meios dialéticos de Sócrates-Platão.
O filme se passa em uma ilha na costa italiana. Massimo Troisi, que morreu aos 41 anos horas após o término das filmagens, não pôde ver o enorme reconhecimento mundial que o filme teve, com as 5 indicações para o Oscar, incluindo Melhor Filme, Diretor e Ator, em 1995.
✔ Henry e June,… sobre Henry Miller e Anais Nin

Este excelente filme de Philip Kaufman introduz-nos na vida erótica de duas grandes figuras da literatura do século XX.
Ao conhecer o escritor americano Henry Miller (Fred Ward) em Paris, em 1931, uma jovem escritora chamada Anais Nin (Maria de Medeiros) embarca numa viagem de descoberta interior, anotando fielmente num diário todas as suas experiências.
Na sua busca de novos territórios, Anais e Henry vêem-se seduzidos pela inquietante sensualidade da esposa de Henry, June (Uma Thurman).
Henry & June é uma inesquecível viagem através do território desconhecido das relações humanas, baseada nas passagens suprimidas dos diários de Anais Nin.
✔ Em Busca da Terra do Nunca,… sobre James M. Barrie

J.M. Barrie (Johnny Depp) é um bem-sucedido autor de peças teatrais, que apesar da fama que possui está enfrentando problemas com seu trabalho mais recente, que não foi bem recebido pelo público. Em busca de inspiração para uma nova peça, Barrie a encontra ao fazer sua caminhada diária pelos jardins Kensington, em Londres. É lá que ele conhece a família Davies, formada por Sylvia (Kate Winslet), que enviuvou recentemente, e seus quatro filhos. Barrie logo se torna amigo da família, ensinando às crianças alguns truques e criando histórias fantásticas para eles, envolvendo castelos, reis, piratas, vaqueiros e naufrágios. Inspirado por esta convivência, Barrie cria seu trabalho de maior sucesso: Peter Pan.
✔ Anos Loucos,… sobre William S. Burroughs

O início desta história dá-se em 1944 em Nova Iorque, onde a estudante de Jornalismo, Joan Vollmer (Courtney Love) leva uma vida boêmia repleta de barbitúricos e sempre rodeada por amigos, na sua maioria, homossexuais, todos futuros “beatniks”, entre os quais, o jovem poeta Allen Ginsberg (Ron Livingston), Jack Kerouac (Daniel Martinez) e William S. Burroughs (Kiefer Sutherland), o mais velho da turma e Lucien Carr (Norman Reedus) por quem todos estão apaixonados, especialmente Dave Kammerer (Kyle Secor) que termina assassinado por Lucien devido a assédios.
Sete anos mais tarde, Burroughs, apesar de preferência sexual se casa com Joan. Tudo corre bem até que os dois são obrigados a fugir para o México depois de uma confusão devido às drogas. Lucien e Ginsberg, agora correspondentes para a UPI, decidem ir ao México visitar o casal e descobrem que Burroughs está na Guatemala traindo a esposa com um jovem.
Este acontecimento faz parte da história literária deste grupo de amigos chamados de “beats” (um movimento literário) que virou uma lenda.

Herança cinematográfica

Matéria bacana, sobre um baita filme, que mudou a vida de muita gente. Sem saber. Na Fluir:

Cena antológica do filme “Apocalypse Now” mostra soldados com suas pranchas de surf em plena zona de combate. Foto: Reprodução.

Herança cinematográfica

Em março de 1976, quando o cineasta americano Francis Ford Coppola pisou nas Filipinas pela primeira vez para as gravações de “Apocalypse Now”, ninguém imaginava que a vida de muitos filipinos iria mudar para sempre. Graças a uma cena do filme, alguns deles tiveram seu primeiro contato com o surf e vivem do esporte até hoje.

Por Bruno Abbud.

Lançada três anos depois, a trama ilustra os horrores da Guerra do Vietnã, mas o diretor resolveu gravar as batalhas num vilarejo pesqueiro chamado Baler, no norte do país vizinho, no sudeste asiático. Uma das cenas mais memoráveis mostra o coronel Kilgore, interpretado por Robert Duvall, cercado por sua tropa durante a noite, quando um dos soldados comenta que há ondas em território inimigo. Kilgore planeja surfar pela manhã num pico dominado por “charlies”, como os americanos chamavam os vietcongues no filme, e pede a outro subordinado que prepare sua 8’6” para a queda em “Charlie’s point”. O soldado avisa que pegar ondas por lá pode ser perigoso. Num literal grito de guerra, o coronel retruca: “Charlie don’t surf”. A sequência revela soldados dropando valas de meio metro sob fogo vietcongue, com direito a uma chuva de explosões no line-up.

Grandes astros como Marlon Brando, o próprio Robert Duvall e Martin Sheen costumavam perambular pelo vilarejo de Baler. Helicópteros contratados por Hollywood desfilavam rasantes entre nuvens de efeitos especiais no local transformado em cenário de guerra. Mas foram as cenas de surf que chamaram a atenção de Edwin Nomoro, um dos locais de Baler, à época com 10 anos. “Nós nunca tínhamos visto alguém surfando antes”, conta Nomoro. “Quando as filmagens acabaram, a equipe de produção deixou as pranchas, então eu e um amigo começamos a surfar. E nunca mais paramos”. Nomoro conta que nenhum morador do vilarejo sabia sequer o que era uma prancha. “Nós estudamos aquilo, e aprendemos.”

A praia de Baler hoje está repleta de hotéis e recebe turistas do mundo inteiro interessados em surfar em Charlie’s Point, como o pico ficou conhecido. Só em 2012 apareceram 50 mil turistas por lá. Nomoro aproveitou a fama trazida pelo filme e, hoje, aluga quartos e pranchas para visitantes de todos os continentes. Donny Cope, um gringo que montou sua pousada em 1997 e vive em Baler até hoje, resume o sucesso do pico. “Recebemos surfistas da República Tcheca, da Suíça e da França no ano passado”. O glamour de Baler refletiu em outras praias das Filipinas, como Surigao, La Union e Pagudpud, que pegaram carona no rastro célebre deixado por Hollywood. “Mas Baler ainda é o berço do surf nas Filipinas”, garante o guia turístico Mac Ritual.

Ficha Técnica:

332x448

Apocalypse Now
Ano:
1979
Diretor: Francis Ford Coppola
Elenco: Martin Sheen, Robert Duvall, Marlon Brando, Dennis Hopper, Laurence Fishburne, Harrison Ford
Sinopse: O capitão Willard, interpretado por Martin Sheen (pai do ator americano Charlie Sheen), viaja ao Vietnã com a missão de matar o coronel Kurtz (Marlon Brando), que enlouqueceu e começou a montar um exército próprio para lutar contra os Estados Unidos nas selvas do Camboja. Em meio à guerra, Willard depara-se com situações inacreditáveis. Uma delas: soldados pegando ondas de longboard sob uma chuva de bombas vietcongues. A versão original foi remasterizada e o filme ganhou outro lançamento em 2001, com quase uma hora a mais de cenas inéditas.

E, por falar em Oscar, o Framboesa de Ouro vai para…

 

E o menos cobiçado prêmio da indústria cinematográfica vai para...

E o menos cobiçado prêmio da indústria cinematográfica vai para…

 

No Globo.

O último capítulo da saga de “Crepúsculo” dominou no sábado (23), com sete estatuetas, a “antipremiação” Framboesa de Ouro, um evento que reconhece o pior do cinema, que também recompensou a cantora Rihanna e um velho favorito do evento, Adam Sandler.

“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2” venceu o Framboesa de Ouro nas categorias de pior filme, pior atriz (Kristen Stewart), pior ator coadjuvante (Taylor Lautner), pior casal de cinema (Lautner e Mackenzie Foy) e pior elenco.

O longa-metragem levou ainda os prêmios de pior remake e pior diretor para Bill Condon.

Mas “Amanhecer” não conseguiu superar o recorde estabelecido ano passado por ‘Cada um tem a gêmea que merece’, com Adam Sandler, que venceu em 10 categorias.

Sandler não saiu de mãos vazias na 33ª edição dos “Razzies” e venceu pelo segundo ano consecutivo na categoria pior ator por “Este é o meu Garoto”, que também foi considerado o pior roteiro.

A cantora Rihanna venceu como pior atriz coadjuvante por sua estreia no cinema em “Battleship”.

O Framboesa de Ouro, que tem os vencedores anunciados na véspera do Oscar, é considerado o antídoto à cerimônia anual da Academia.