A solução da Academia para a polêmica do Oscar

Deu na MarrecoPress:
NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA:

Após a recente polêmica a respeito da ausência de atores negros entre os laureados com o Oscar, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas encontrou uma solução.
Inicialmente, cogitou-se em dividir as categorias, de modo a premiar com a cobiçada estatueta, por exemplo: o melhor ator branco; o melhor ator branco idoso; o melhor ator branco, gay; o melhor ator branco, idoso, gay; o melhor ator negro; o melhor ator gay; o melhor ator gay negro; o melhor ator gay, negro, manco da perna direita; o melhor ator gay, negro, manco da perna esquerda; a melhor atriz; a melhor atriz negra; a melhor atriz negra gay… e assim sucessivamente em todas as categorias, até o infinito e além.
Porém, percebeu-se que, assim como este post, a cerimônia de premiação duraria a noite inteira e se tornaria ainda mais aborrecida do que já é.
Diante deste dilema, chegou-se à uma brilhante solução.
Todos os atores, atrizes, coadjuvantes, roteiristas, diretores, etecétera, levarão para casa o precioso carequinha dourado.
Quer dizer: todos, menos os apoiadores de Trump.
Afinal, até a tolerância do politicamente correto tem limites.

oscar

 

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OS GOLFINHOS DO ATLANTA AQUARIUM

golfinhos

Por eu mesmo:

GOLFINHOS são cetáceos da família Delphinidae. Existem 37 espécies de golfinhos conhecidas, das quais a Delphinus delphus é a mais comum.

Golfinhos são poderosos nadadores e saltadores; eles são capazes de nadar a uma velocidade de até 40 km/h e podem mergulhar a grandes profundidades.

Porém, uma das características mais impressionantes destes simpáticos mamíferos aquáticos é a sua proverbial inteligência. Golfinhos são capazes de aprender e executar inúmeras tarefas, algumas de grande complexidade. Os golfinhos do Atlanta Aquarium são treinados para realizar shows que encantam visitantes do mundo todo.

Porém, a grande prova da inteligência dos golfinhos não está nos truques e malabarismos que eles executam em suas apresentações; não, senhoras e senhores: saltar, nadar, abanar a cauda e balançar a cabeça não é nada diante do assombroso feito realizado pelos golfinhos.

A maior demonstração do seu elevado intelecto é a sua capacidade de treinar os humanos a lhes darem comida após cada truque realizado.

Não é qualquer um que adestra seres humanos.

O DOENTE

Minha homenagem à tribo de doentes mais saudáveis do planeta:

 

nias1

– Doutor, o caso é grave?

 

– Não sei. O que aconteceu?

 

– Ele estava trabalhando e, de repente, surtou!

 

– Surtou?

 

– É, doutor. Ele estava atendendo um cliente e, do nada, gritou “UHUUUUUUUUUU!”, subiu em cima da mesa e ficou ali, os braços esticados, se balançando todo e gritando: “Eu sou o Carlos Leite! Eu sou o Carlos Leite!”. Que raio de doença é essa? E quem será esse tal de Carlos Leite, doutor?

 

O médico abanou a cabeça. Está acontecendo de novo, pensou.

 

– Kelly Slater.

 

– Perdão, doutor?

 

– Não é Carlos Leite, é Kelly Slater. Ele dizia que era o Kelly Slater.

 

– Kelly quem?

 

O doutor olhou espantado para o sujeito. Então existe alguém neste mundão de meu Deus, velho e sem porteira, que não sabe quem é KS? Preferiu não comentar. Examinou com atenção o estranho paciente. Olhos: vidrados, distantes; mãos: trêmulas, nervosas. De vez em quando, balbuciava palavras desconexas: Grajagan, Chicama, Trestles… O diagnóstico era claro, e o doutor acertou na bucha:

 

– Isso é Delirium Surfens.

 

– ??????

 

– Síndrome de abstinência.

 

– Síndrome de abstinência?

 

– É.

 

– Mas abstinência de quê, doutor?

 

– De onda.

 

– De onda?

 

– Isso.

 

– Como assim, doutor?

 

– Você nunca reparou?

 

– Reparou em quê, meu Deus?

 

– Nos ombros largos, no andar balançado, na pele sempre tostada de sol, no eterno bom humor, no sorriso permanente e na felicidade no olhar do rapaz?

 

– Hum, não, nunca reparei.

 

O médico deu um profundo suspiro. Esse sujeito deve ser realmente muito infeliz. O diagnóstico:

 

– Esse pobre coitado é viciado em surfe.

 

– Viciado em surfe?

 

– Exatamente.

 

– E isso é grave?

 

– Imagina. Esse cara é até bem saudável.

 

– Mas e essa negócio de subir nas mesas e achar que é o Carlos Leite?

 

– Kelly Slater.

 

– Isso, Quélislaiteir. Isso não é perigoso? Contagioso?

 

– Não se preocupe. O paciente é inofensivo. Essas crises são muito comuns nessa época do ano. É que no verão não tem onda…

 

– E qual é o remédio, doutor?

 

– Hoje à noite, um bom filme de surfe, para acalmá-lo um pouco. E amanhã…

 

– Amanhã…

 

– Amanhã você o despacha para uma semana em Itacaré, e ele voltará novinho em folha.

 

– Só isso?

 

– Só isso.

 

– Okêi, doutor. Muito obrigado pela ajuda.

 

– Às ordens.

 

O homem já ia saindo, aliviado. De repente, lembrou-se de um detalhe, virou-se para o médico e perguntou:

 

– Doutor, e esse negócio aí, de ser viciado em surfe, tem cura?

 

O médico abriu um largo sorriso e exclamou:

 

– Graças a Deus, não!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FRAGMENTOS

LIVRO

MUDANÇAS IMUTÁVEIS (À MANEIRA DOS… CHINESES) – por Millôr Fernandes:

Se você não consegue fugir, você é muito corajoso

 

Olin-Pin, abastado negociante de óleos e arroz, vivia numa imponente mansão em Kin-Tipê. Sua posição social e sua mansão só não eram perfeitas porque, à direita e à esquerda da propriedade, havia dois ferreiros que ferravam ininterruptamente, tinindo e retinindo malhos, bigornas e ferraduras. Olin-Pin, muitas vezes sem dormir, dado o tim-pin-tin, pan-tan-pan a noite inteira, resolveu chamar os dois ferreiros e ofereceu a eles 1.000 ienes de compensação, para que ambos se mudassem com suas ferrarias. Os dois ferreiros acharam tentadora a proposta (um iene, na época, valia mil dólares) e prometeram pensar no assunto com todo empenho. E pensaram. E com tanto empenho que, apenas dois dias depois, prevenidamente acompanhados de advogado, compareceram juntos diate de Olin-Pin. E assinaram contrato, cada um prometendo se mudar para outro lugar dentro de 24 horas. Olin-Pin pagou imediatamente os 1.000 ienes prometidos a cada um e foi dormir feliz, envolvido em lençóis de seda e adorável silêncio. Mas no dia seguinte acordou sobressaltado, os ouvidos estourando com o mesmo barulho de sempre. E quando ia reclamar indignadamente pela quebra do contrato, verificou que não tinha o que reclamar. Os dois ferreiros tinham cumprido fielmente o que haviam prometido. Ambos tinham se mudado. O ferreiro da direita tinha se mudado pra esquerda, e o da esquerda tinha se mudado pra direita.

 

MORAL: Cuidado quando a esquerda e a direita estão de acordo.

TENHO AMIGOS ESQUERDISTAS

CHE

 

Por eu mesmo:

 

Sim, é verdade. Tenho alguns amigos de esquerda. Alguns conhecidos apenas nas redes sociais; outros, amigos de longa data. Respeito-os a todos; a alguns, admiro bastante; e por alguns deles tenho afeição profunda.

Gente de caráter. Gente íntegra. Alguns, profissionais extremamente bem sucedidos em suas profissões. Empreendedores. Até onde eu saiba, nenhum deles depende do partido para se sustentar.

Gente que deseja um mundo mais justo. Por isso, votaram em Luciana Genro (!!!!) no primeiro turno, e em Dilma no segundo. Convictos de que esta seria a melhor opção para o governo do país. Gente que acha Cuba um lugar melhor do que os EUA.

Quanto a mim, não sei se sou de direita; acredito na defesa das liberdades individuais; acredito nos “valores sociais do trabalho e da livre iniciativa”; acredito que o Estado deve se limitar a prover Educação, Saúde, Segurança e infraestrutura; até compreendo a necessidade dos programas assistenciais, criados, na esfera federal, por FHC, desde que estes ofereçam a chamada “porta de saída”. Em suma: estou bem mais para John Locke do que para Thomas Hobbes, e menos ainda para Rousseau.

Portanto, fico assombrado com a ardorosa defesa que alguns destes amigos fazem do socialismo, como se ele fosse um regime que trouxesse ao mundo a justiça e o bem estar do homem.

Até compreendo sua sede de justiça. Compreendo sua revolta contra a ganância desmesurada. Recentemente, li num artigo que, naquele determinado momento da História, era praticamente um imperativo que Marx escrevesse O Capital; sabemos como o homem, deixado por sua própria conta, pode ser “o lobo do próprio homem”. Todos conhecem a velha anedota sobre a diferença entre ser comunista na juventude e continuar sendo na idade adulta.

Entretanto, não compreendo como, a despeito da realidade, continuam defendendo um sistema que, ao longo da História, resultou em verdadeiros desastres onde foi implantado, assolando populações inteiras, produzindo o nivelamento pela miséria -e os indefectíveis bilionários, amigos do Partido do poder, visceralmente ligados ao Estado- e matando milhões de seus próprios concidadãos. Tudo isso em nome da justiça e da igualdade.

Talvez estes meus amigos sejam apenas um pouco ingênuos; pode ser que o ideal que arde em seus peitos desde a juventude os impeça de perceber que o sistema que defendem não funcionou a contento.

Talvez eles sejam crédulos; mas, aí eu também sou. Ora, bolas: sou um cristão convicto -sim, tenham muito cuidado comigo!-; a fé é uma das premissas da minha existência. Acredito piamente no divino, no sobrenatural. Não; definitivamente, crer não é problema para mim.

Mas o negócio é que eu acredito absolutamente em Deus, mas duvido e desconfio radicalmente do homem. “Enganoso é o coração do homem, e desesperadamente corrupto”, afirmou o salmista há alguns milhares de anos atrás. Desconfio de todo mundo que, em nome do meu bem estar, mete a mão nos meus direitos, restringe as minhas liberdades e tenta controlar até mesmo as informações a que eu tenho acesso.

Como eu já disse, respeito profundamente a opinião destes amigos. O diabo é que, no regime que eu acredito, eles tem total liberdade para expressar seu descontentamento e pregar seu ideal, por assim dizer, revolucionário, ao passo que, no regime defendido por eles, eu estaria preso ou teria sido mandado ao paredón. Ou, como sou um rematado covarde, teria enfiado a viola no saco e me calado sobre o governo.

Talvez estes meus amigos pensem como Luluzinha Genro: o socialismo não deu certo em lugar nenhum porque, na verdade, aquilo não era o verdadeiro socialismo. Talvez nós, brasileiros, criativos como ninguém; nós que inventamos a jabuticaba e a tomada de três furos, sejamos capazes de ter sucesso onde todos os outros povos fracassaram, e o nosso socialismo tropical venha a cumprir todas as promessas de igualdade, fraternidade e tudo o mais, promovidos pelo Grande Irmão Estado.

Pode ser.

Mas, como eu disse, sou desconfiado demais. Além disso, as evidências e os fatos depõem contra esta tese.

Portanto -e com todo o respeito a estes meus amigos-, por via das dúvidas, dentro das minhas parcas forças e enquanto for possível, continuarei resistindo ao regime que eles defendem e pretendem ver implantado no Brasil.

Sem ressentimentos.

P.S.: Como mencionei no início do post, tenho realmente amigos de esquerda; e eu REALMENTE tenho por eles respeito, admiração e afeto. Se algum deles decidir se manifestar a respeito do tema, será bem vindo; assim como a outra banda também pode tocar. Só peço aos eventuais comentaristas que o façam com respeito e civilidade, sem agressões. Comentários desrespeitosos serão deletados sem cerimônia. Sou democrático, mas o post é meu eu faço com ele o que eu quiser.

TRIBUTO AOS DINOSSAUROS

DINO

 

Por eu mesmo:

 

Eles estão entre nós. Caminham sobre a terra, imponentes; infestam os mares, intocáveis, eternos. Sua presença é notável, ainda que não se saiba ao certo de onde vieram, nem a qual período histórico pertencem; menos ainda, sabemos suas idades. Mas sabemos que ainda estarão aqui por muito, muito tempo, e o registro de sua passagem ficará gravado na memória das gerações futuras.

São os dinossauros do surfe. Certamente você já se deparou com algum deles. Talvez, distraído, não tenha notado as marcas do tempo em seus costados; talvez não tenha reparado nas cicatrizes, resultado de épicas batalhas contra o oceano, contra a vida; não percebeu as rugas, as manchas, a escassez de pelos, uma certa lentidão que começa a insinuar a vitória do tempo sobre a força; nem se apercebeu da dissolução gradativa dos músculos outrora férreos. Pode até achar graça nos resmungos sobre dores musculares e hérnias. Mas, não se engane com eles: os dinossauros do surfe ainda são ferozes predadores de ondas; ainda são perigosos gigantes que merecem, se não o medo, o respeito dos novos habitantes do nosso pequeno e quase perfeito planeta chamado Surfe.

Ainda é possível encontrar em seu habitat natural, por exemplo, o lendário Ciccabalosaurus Banestianus, talvez um dos mais antigos espécimes dos exércitos marinhos, dinossauro que, apesar da índole pacífica e pequeno tamanho, ataca inofensivas merrecas ou montanhas de água com o mesmo desassombro.

Encontramos também o famosíssimo Gutobazonius Bocadevelhatops, exemplar que teria sofrido mutações no tamanho de suas nadadeiras para se adaptar aos tempos, e hoje pode ser visto ensinando seus filhotes a encontrar as melhores ondas.

Igualmente Jurássico e não menos notório é o Jabasaurus Bobôpholis, mais encontrado na região do Barrão, dinossauro vegetariano, que deve boa parte de sua longevidade a uma dieta à base de fibras e tortinhas de banana.

É sempre necessário mencionar o ilustre Flavonius Pulgueriuspulgax, dinossauro de proporções avantajadas, cérebro mais avançado do que a maioria dos sáurios e comportamento quase sempre tranquilo, que demonstra preferência por ambientes perigosos como a Belina, onde há menos dinos na disputa pelas fortes ondas.

Impossível não mencionar, entre notórios seres da pré-história do surfe, o temível Nelsondhilus Ferreirasaurus, habitante da Ilha, adversário temível para qualquer oponente de sua época, conhecido pela força das patadas com que costumava destruir as ondas. A rivalidade entre este dino com outro temível surfistodonte igualmente perigoso, o Saulosauro Fidalgus, tornou-se lendária.

O ramo Fidalgus ainda contava com dois outros espécimes, o Bianius Fidalgus, identificável por seu couro branco e pelagem russa e avermelhada; e o mais lendário de todos os dinossauros surfistas, o incrível Gordinhosaurus Rex, de proporções enormes, extinto abruptamente pelo mais vil e desprezível dos seres que já habitaram a terra, o covardosaurus armadus (assim mesmo, com letras minúsculas. Bem minúsculas).

Existem dinossauros mais recentes, do Período Cambriano. Deste período, destaca-se o Gustavogrilodonte, habitante do canto de Setiba, famoso por seu casco de tartaruga e sua capacidade de fala.

Também do Cambriano, o sáurio Marcelofriginius Marmitosaurus, temido entre seus contemporâneos pela crueldade com que tortura suas pobres vítimas, arrancando-lhes os dentes sem misericórdia, cerimônia ou anestesia.

Como não mencionar o antológico Antonioaugustus Lopesmarinsaurus, um dino conhecido pelo tamanho do coração, um dos maiores que se tem notícia, do qual tenho a honra de ser amigo?

Bebêmoranguinhosaurus, Coelhosaurus, Cesarius Zoiodebotox, Fernandus Poposaurus, Piuemasaurus, Mauromelus Macacodonte, Edinhus Merrecátops, Biafrasaurus, Claudius Tripasaurus, Renatus Laricacerátus, Delmarus Lonboardrops… A lista de monstrinhos é bastante extensa.

Entretanto, estes seres pré-históricos não são avistados com muita freqüência por estes dias. Não é que tenham desistido da eterna caça às ondas; não mesmo! Sei que eles são insaciáveis devoradores de ondas, não desistirão nunca. É uma questão de sobrevivência. Está nos seus genes, no seu sangue, essa estranha mistura de plasma, hemáceas, plaquetas e água salgada. Procuro por eles quando vou ao Ulé, mas quase sempre é vã minha busca. Desconfio que tenham encontrado algum lugar secreto, algo como um cemitério de elefantes, para onde se dirigem os animais idosos para morrer. Só que estes bichos surfistas são muito mais espertos que os elefantes, e o cemitério que eles descobriram é, na verdade, um secret spot, uma praia desconhecida, distante, como nos tempos antigos, quando as ondas eram fartas e a disputa, menos hostil. Um local que os jovens veloceraptors ainda não conhecem…

E os malandros nem me avisam onde fica o tal lugar! Deixam este pobre Marrecosauro à míngua no meio do perigoso e intenso crowd!

Vou assim, sobrevivendo à duras penas, pegando uma ondinha ou outra que jovens, velozes e vorazes dinos modernos deixam passar, cada vez mais ultrapassado, até o dia de, finalmente, seguir, eu também, para o cemitério dos elefantes. Porém, enquanto este momento não chega, continuarei lutando, buscando um espaço no meio da multidão que infesta nossos mares. Ainda sofrerei mutações em minhas nadadeiras, que ficarão maiores, terão mais borda, adaptar-se-ão às agruras da vida. A disputa ficará cada vez mais intensa, e será cada vez mais difícil conseguir a onda de cada dia…

Mas enquanto for possível surfar uma onda, ainda valerá à pena! Sigamos, jurássicos, mostrando às novas gerações que o amor ao surfe nos mantém vivos e fortes. Que os novos tenham ao seu lado no crowd estes maravilhosos espécimes que abriram todas as portas, desbravaram os picos, ultrapassaram os limites e venceram preconceitos, tornando viável a vida no planeta surfe. Portanto, mastodontes, enquanto ainda não viramos petróleo ou uma nova Era do Gelo não devasta o planeta, sigamos surfando.

E longa vida aos dinossauros!

20 comerciais de dar gargalhadas

Publicado no Bol:

Muita gente costuma mudar o canal de TV quando começam as propagandas no intervalo de seu programa favorito, mas o que não podemos negar é que muitas produções publicitárias ficam registradas na nossa memória pelo humor inteligente. Selecionamos 20 peças nacionais e estrangeiras que valem a pena

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Oral B Complete e o sorriso invertido

Além de criar um ótimo jingle com situações reais que podem causar mau hálito, o comercial ainda usou uma brincadeira que toda criança gosta de fazer em dupla: ver como a boca do outro fica hilária ao se movimentar quando está de cabeça pra baixo
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A hipnose dos pôneis malditos

Nesta propaganda pôneis infernais tentam te hipnotizar com uma musiquinha inspirada na composição de Wagner para acusar os defeitos de seu carro, que ainda não é nova picape Frontier, da Nissan
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Heineken e o closet masculino

Se as mulheres pensam que só elas vão ficar felizes com um closet cheio de sapatos, você não imagina como os homens podem ficar totalmente enlouquecidos com uma versão bem masculina de um sonho de consumo
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Será que é uma Sem Toshiba TV Quebrada?

Nessa propaganda antiga, a família de imigrantes e descendentes japoneses de uma loja de conserto de eletrônicos fica chocada com a possibilidade de um Semp Toshiba estar quebrada, só que não
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Precaução no Posto 10

Essa propaganda da Havaianas reflete exatamente o que toda mulher normal gostaria de fazer, se, de repente, a lindíssima da Débora Nascimento chegasse com todo o seu esplendor para ser sua ?vizinha? de cadeira na praia
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As simpáticas Tortuguitas estúpidas

Essa propaganda antiga da Arcor é engraçadíssima. Com uma boa dose de humor negro, duas Tortuguitas discutem e uma come a cabeça da outra depois que é chamada de estúpida. O sucesso rendeu continuações
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Agora é a vingança do tiozão

Na propaganda do automóvel Classe A da marca Mercedes-Benz , o tiozão consegue se vingar depois dos inúmeros passa-fora que a garota dá nele; desta vez, ele é quem tira onda com a cara dela
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Sprite alerta que é melhor não apressar uma mulher

Todo homem sabe que as mulheres podem trocar mil vezes de roupa antes de decidir pelo look ideal, neste caso, o melhor é não apressá-las ou você pode ser bem pior para você
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O ruivo e Rubens Barrichello

Os comerciais da operadora de telefonia com o garoto-propaganda ruivo sempre investem no humor, mas neste, eles resolveram brincar com a velocidade do sinal da operadora e a fama de lento de Rubinho Barrichello